terça-feira, 20 de abril de 2010

2ª Tour Fora do Eixo : Nordeste [Capítulo II]



Campina Grande, Paraíba.

Acordamos em Recife, 11 da manhã do dia 15 de Abril. Cuscuz e café, coisa rápida pra começar o dia (sim, o Cuscuz tava bom, Mayara!). Corremos pra casa do Gabriel e da Laurinha, ambos do Coletivo Lumo, pra almoçar, encontrar o Mini Box Lunar e cair na estrada. Fomos de carro, num "aperto acrobático"até lá.

Chegamos já perto da hora de uma reuniãozinha para nos lembrar de detalhes da viagem e, logo depois, um almoço delícia. E foi assim que, após carregarmos nossas toneladas de equipamentos na Van, iniciamos a 2ª Tour Fora do Eixo : Nordeste. Acompanhando a gente na Van, ainda temos a Mayara, do Lumo Coletivo, coordenadora da Tour e o Marquinho, do Amerê Coletivo, parceiro do nosso compadre Jão Monteiro, na documentação audio-visual da viagem. Eram 3:30 da tarde quando partimos de Recife.


Mapa da Rota Recife - Campina Grande

Rumamos para o interior da Paraíba, saindo de Pernambuco. Quanto mais par ao interior, mais a paisagem me impressionava. Nunca imaginei ver tantos morros altos e, ao mesmo tempo íngremes, como se fossem metades de bolas de futebol cobertas por um mar de cana de açúcar. Na hora me lembrei que uma boa parte do clico da cana de açúcar, da época da colonização do Brasil, deve ter acontecido por aqui. Essas fazendas de cana, ou, pelo menos esses campos devem ter visto muita história e, é ótimo poder dar uma passada nessas paragens. Só sei que não queria ser um escravo fugindo do Capitão do Mato por esse sobe e desce de morro que vai por quilômetros e quilômetros, até pra lá do horizonte.


Marco (ao fundo), Eu e o Alexandre (à frente) - Eita, que feliz é viajar!

Encobertos por um por do sol lindo, chegamos em Campina Grande quando já era noite (espantoso como anoitece rápido aqui 6:30 da tarde já tá escuro total!) e nos instalamos na casa do Coletivo Na Tora, muito empolgados e cuidadosos com o evento. Depois duma janta e um chuveiro providencialmente frio, fomos ao Bronx pra montar o "circo".


Por do Sol a caminho de Campina Grande.


Lindão, né?

O Bronx fica num bairro antigo de Campina Grande, muitos o disseram perigoso também. Mas rimos muito com uma parede nonsense onde se lia: "Ferro de Engomar Gostoso Toda Hora", ou uma outra onde se lia: "Isso lembra o nome de um carro" e só. Depois descobrimos que Ferro de Engomar é o nome do bar onde o Café Aurora, que é "gostoso toda hora" coloca seus anúncios. O "nome de um carro" continuou um mistério...


Saddy e Eu : Afinal, quem não gosta dum ferro de engomar!?

Hijack é o nome da banda local que abriu a noite tocando - como disseram pela internet - um "pos-grunge", o que eu definiria como uma mistura de grunge com metal, algo bem dosado. Depois entraram o Mini Box Lunar e pra fechar a noite, Nevilton. Fizemos um show com muita energia, a ponto do Chapolla, no final, dar um "mosh"na galera e machucar a mão. Logo no primeiro show o batera machucar a mão é uma sacanagem, mas nada que gelo e pomadas não resolvam.

No aconchegante Bronx Bar, em Campina Grande (BA).


Péummm!


Mostrando o novo escudo do Ramirez (meu baixo).
Design por mim mesmo.

Terminamos a noite com um Cheese Burguer, digo, vários Chesse Burgers ao som do Hudson Cardorini (do Edson e Hudson) na TV. Bizarro, ainda bem que tava no mudo.

Capotei no colchão as 4 da manhã, mas sem dó, nem piedade, partimos pra próxima cidade às 10 da manhã. Com treze pessoas na Van e um Chapolla maneta e com o olho irritado embarcamos para João Pessoa.

Vejam o post com o primeiro vídeo da Tour!
E já vejam o segundo vídeo também!

E tem as fotos lá de Campina Grande aqui!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

2ª Tour Fora do Eixo : Nordeste [Prólogo]


Nevilton e Mini Box Lunar estão na estrada com a 2ª Tour Fora do Eixo : Nordeste e passarão 11 dias e 10 apresentações levando suas músicas e boas energias para as seguintes cidades:

15.abril.2010
Campina Grande, PB
Bronx Bar,
Organização : Coletivo Natora

16.abril.2010
João Pessoa, PB
Espaço Mundo
Organização : Coletivo Mundo
Banda Local: Nublado

17.abril.2010
Festival Abril Pro Rock 2010
Recife, PE
AbAstronave Produções

18.abril.2010
Maceió, AL
Posto 7 - Praia de Jatiúca (Evento Gratuito)
Organização : Coletivo Popfuzz

19.abril.2010
Aracaju, SE
Rua da Cultura,
Rede Música Sergipe (evento gratuito)

20.abril.2010
Salvador, BA
Boomerangue Bar
Organizção : Coletivo Quina Cultural
Banda local: Você Me Excita

21.abril.2010
Feira de Santana, BA
BoTequin Tematic Bar
Organização : Feira Coletivo Cultural
Banda Local: Clube de Patifes

23.abril.2010
Vitória da Conquista, BA
Teatro Carlos Jehovah
Organizaçõo : Coletivo Suíça Baiana
Banda Local: Os Barcos

24.abril.2010
Montes Claros, MG
Casa Fora do Eixo Montes Claros
Organização : Coletivo Retomada

25.abril.2010
Belo Horizonte, MG
Conexão Vivo
Parque Municipal, (Evento Gratuito)


Agora sente o drama vendo mapa:



Pois é, são 2.536Km entre Van, hotel, casa dos amigos (hospedagem solidária), palcos e o que mais se rogar a aparecer na frente. E esse será o meu diário (às vezes nem tanto em dia), desse empreendimento "fora do eixo, mas dentro da realidade". Fiquem com a gente!


Capitulo I
A Preparação:


O dia 14 de Abril começou com a arrumação das malas. Depois de alguns dias de trabalho em São Paulo, estava na hora de encontrar com o pessoal do Mini Box Lunar, em Recife, pra começar a 2ª Tour Fora do Eixo : Nordeste. Mas não seria a primeira vez que encontrava com essa galera de Macapá (AP). Em outubro de 2009, tivemos um encontro rápido em Cuiabá, no festival Calango. Rápido demais.

Poderia até dizer que essa turnê Fora do Eixo já havia começado, há uns dias atrás. Na segunda feira, 12 de Abril, dividimos pela primeira vez um palco e uma Van com o Mini Box Lunar, prum Show em Bragança Paulista (SP), no Taberna Dharma Rock Bar. Ali em Bragança, também conhecia como a Terra da Lingüiça (sim, vou usar trema pra sempre!), reencontramos os camaradas da banda Leptospirose (Quique Bronw, Serginho e Velhote) - também amigos de estrada, pois fizeram a Tour Grito Rock 2010, em Fevereiro, pelo interior de São Paulo, da qual tenho muitas boas lembranças.

Mas estava eu lá, em São Paulo, numa quarta feira, 14 de Abril de 2010, no meio da tarde, após comprar um antigripal - pra segurar um resfriado que já me atazanava há dias - e voltar da Galeria do Rock, onde fui buscar as novas camisetas da banda que tinham acabado de ficar prontas. As camisetas orgulhosamente se juntarão aos nossos EP's Pressuposto, em versão física (também recém recebidos pelo correio), e formarão o nosso merchandise pra turnê. No caminho da volta encontrei o Nevilton e o Chapolla que estavam voltando de suas respectivas missões "bandísticas", devidamente acompanhados pelo Jão Monteiro, nosso irmãozão cineasta "pé vermêio" que aceitou viajar com a gente e documentar tudo em fotos e vídeo.

Percebemos que não chegaríamos à Campinas à tempo de pegar o avião pra Recife às 7:30 da noite, se fossemos de Ônibus como planejamos. Mas a Dani, do Coletivo Amere não titubeou ao aceitar a função de nos levar pra Campinas de carro. Esse pessoal do Amerê... sempre nos quebrando altos galhos. Muito obrigado!

E fomos nós à Campinas, com um por do sol bonito e muito trânsito. Chegamos a tempo de pegar o sistema da Gol fora do ar e fazer o check in manual, com uma delícia de fila e atraso no vôo.

Assim passamos o dia 14 de Abril voando entre Campinas-Brasilia-Recife, onde chegamos à 12:40 da manhã. Em Brasília corri pelos corredores do embarque/desembarque do Aeroporto J.K. para dar um abraço no Netão, um grande amigo e irmão no rock, durante os poucos minutos que ficamos em solo no Distrito Federal.

Ao chegarmos em Recife e já sentimos o recepção calorosa do Nordeste, o suor já escorreu rápido pelo meu rosto. Mas logo já encontramos o Gabriel, do Lumo Coletivo, de Recife, que após a chegada do Marquinhos (do Amerê Coletivo/Clube de Cinema, de São Paulo), nos levou todos para onde iriamos dormir: a casa da Mayara e da Yasmim. Misto-Quente, refrigerante e bate-papo. Colchão, ventilador e sono.

[Continua...]

Ps: Saiba mais sobre o Circuito Fora do Eixo!

sábado, 3 de abril de 2010

Pelo Hábito da Leitura


Tião gostava muito de ler jornal, tinha a ponta dos dedos pretos de folhear, diariamente, todos cadernos de todos os jornais da cidade. Não perdia uma só palavra. “O Tião é um sabidão”, dizia o pessoal lá da feira onde ele trabalhava vendendo frutas. E era mesmo, falava de qualquer assunto com a desenvoltura dum especialista. Mas não tinha dia que não ouvisse várias vezes o chefe da banca gritando: “Ô, Tião! Embala logo essa banana que o cliente tá com pressa!”
Tá bom, foi mal! – respondia enquanto devolvia a banana embalada. Mas em pensamento profetizava: “Deixa estar… deixa estar, quando eu tiver dinheiro, só vou ler jornal do dia!”

quinta-feira, 11 de março de 2010

Espanando as Teias de Aranha.

Pra que os mecanismos do Blog se mantenham saudáveis, vou aqui com mais um dos contos que publiquei no Culturanja de 28 de Fevereiro. Teremos vários.

....

E estamos nós, outra vez, num dos períodos que eu mais gosto do ano: a Quaresma. Só seria melhor se ao invés do calorão do verão, esses quarenta dias se passassem no inverno, sem toda essa transpiração desnecessária.

É durante estes quarenta dias que, enquanto os santos, os anjos e todo mundo lá das altas rodas está ocupado em penitência, meditando e refletindo, os espíritos matreiros saem pra atazanar as simples pessoas e acabam gerando aquelas ótimas histórias de assombrações. É o tempo do Saci-Pererê, do Lobisomem, da Mula-sem-cabeça e do Curupira. É quando as bruxas saem pelas cidades escolhendo seus alvos, os demônios ficam a cochichar nas nossas orelhas e nos colocando em enrascadas, isso quando não aparecem na nossa frente, loucos para negociar alguma coisa em troca da nossa alma.
Halloween que nada! Onde já se viu trocar 40 dias de pura festança sobrenatural por uma noitezinha de novembro, com sustos aqui, travessuras acolá. Sou do Movimento Viva a Quaresma (mesmo que na morte!). Pra completar, deixo vocês com a primeira história sobrenatural de algumas que virão:

O Ramalhete de Flores do Campo.
Gravura por Paulo Tanoeiro

Seu Orlando tinha uma floricultura que ficava de frente pro cemitério. Seu negocio ia de vento em popa, afinal, morre gente todos os dias e não tem lugar mais propício para uma floricultura do que ali, em frente ao cemitério. Já perdeu a conta de quantas consciências salvou, pelos mais de 10 anos que estava ali, ao vender uma flor para aquele ente querido e quase esquecido.

Diferentemente dos clientes emergenciais, ele tinha alguns costumeiros, como a dona Olga, que aparecia todas as quartas-feiras, próximo do horário de fechar a floricultura, lá pelas seis horas da tarde. Ela era uma senhorinha, nos seus setenta e poucos anos, mas aparentava muita saúde e lucidez. De passos firmes, chegava no balcão e pedia o seu ramalhete de flores do campo, conversava um tiquinho com o Orlando, saia em direção ao cemitério e entrava pelo portão.

Pelo pouco que conversaram, Orlando concluiu que Dona Olga era viúva há muito tempo e, decerto levava flores ao finado marido todas as quartas-feiras. A única queixa que Olga fazia era sobre a ausência dos seus filhos e netos, faziam muitos meses que eles não a visitaram e ela estava se sentindo só e abandonada. “Ainda bem que ela tem o túmulo de seu marido para visitar” pensava Orlando, algum exercício de afeto para ocupar seu cotidiano.

Num dia cinzento desses, morreu um grande amigo do Orlando, e ele manteve a floricultura aberta apesar da dor no coração. Mandou uma bela coroa de flores para fazer-se presente no funeral, mesmo estando do outro lado da rua. O enterro seria perto das seis da tarde, naquela terça-feira.

Quinze pras seis da tarde Orlando fechou a floricultura e foi ao enterro de seu amigo. Depois do sepultamento veio caminhando aleatoriamente pelo cemitério e ficou espantado com o numero de conhecidos seus que estavam lá, mortos. Também conseguia reconhecer alguns dos arranjos de flores saídos de sua floricultura, definitivamente era um bom negócio. Parou estarrecido em frente a um túmulo.

As flores do vazinho já estavam secas, a foto era de uma senhora de ar imponente e sério, mas de olhar feliz. Olga Albuquerque do Nascimento (17/08/1932 - 23/11/2005). Era a Dona Olga, sua cliente contumaz da floricultura. A data da morte já completava alguns anos.

Ainda pálido e com o pensamento a mil, foi até sua floricultura, reabriu as portas, fez um belo ramalhete de flores do campo e o levou até aquele tumulo. A partir desse dia, Orlando repetia o ritual: às quartas-feiras levava um ramalhete de flores do campo para a Dona Olga, e jamais percebeu qualquer sinal de outra pessoa, parente ou amigo, visitando sua singular cliente. Sentia-se contraditoriamente feliz ao perceber que Dona Olga nunca mais apareceu pra comprar um ramalhete de flores do campo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Nevilton : Blog MTV !

Já faz um tempo que está no ar, desde o dia 24 de Fevereiro, mas é com muito prazer e alegria que divulgo por aqui a existência do nosso Blog MTV! Pois é, Nevilton agora tem um Blog no Portal MTV Brasil, mais um canal pra nossa banda falar com você que acompanha nosso trabalho.

Se não visitou ainda, não perca mais tempo, corre lá!



foto por Deby Setton (Amerê Coletivo)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Entrevista: Fábio Brazil


E
nquanto fazia a matéria 'Passe a Pena no Tinteiro e Borre o Blog', sobre escritores na internet, para a Revista UP! #20. Conheci virtualmente o Fábio Brazil, autor do livro "Bola da Vez". A entrevista que ele me respondeu na coleta de dados ficou tão boa que acabou saindo na revista, junto da matéria. Por motivos óbvios e técnicos ela foi editada, mas como todo mundo gostou muito do conteúdo, decidimos que ela merecia ser publicada na íntegra, nesse espaço infinito e liberal que é a internet.

Portanto, confira a íntegra da entrevista (completamente sem cortes mesmo) que o compadre Fábio Brazil me respondeu por e-mail e depois publicou no seu blog. Vale registrar que, dia desses, tive a honra de conhecer o Fábio pessoalmente, no aconchegante Caffé Sabelucha, do seu Bruno, que fica lá no Bixiga. Fato memorável, onde eu, acompanhado do amigão Dr. Rodrigo Medeiros, batemos um bom papo com esse multi-inspirado e inspirador artista, e ainda ganhei uma cópia autografada do "Bola da Vez", já devidamente degustado.

Fábio Brazil em frente ao Sabelucha, no Bixiga. Foto de Eric Rafael
(veja mais delas)

Interessou pelo livro? Leia a resenha que fiz sobre ele, publicada no Culturanja de 31 de Fevereiro de 2010.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Poetizando SP.

Ora, em frente ao Sarajevo, na Augusta, também nasce poesia!

Cê ainda elogia?

- Tá tocando o que?
Arroz, feijão e carne sem ideologia?
- Não elogiei,
só disse obrigado.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EP Pressuposto tá na rede!! Baixem e Ouçam!!!

Foram muitos anos de trabalho árduo, mas nunca ruins. Desde aprender a tocar um instrumento até a insistência de continuar tocando e, invariavelmente, indo contra a várias idéias pré-concebidas de muita gente. Difícil, como tudo o que vale a pena na vida, gratificante como toda meta atingida.

E hoje atingimos mais uma, nossa primeira gravação em qualidade sonora exemplar e, o mais legal, ao alcance de qualquer pessoa ao redor do mundo. Não tem descrição pro nível de felicidade e satisfação que passo nesse momento. Então, não vou gastar as teclas descrevendo. Não precisa. O que precisa é que se ouça.

O release que escrevi pro disco já diz muito do que deveria dizer por aqui. Portanto, leiam-no ali embaixo, baixem o EP, ouçam, divirtam-se e sorriam. Inspirem-se e sejam felizes.

Muito Obrigado a todos que estão e estiveram com a gente.


"Prestes a completar 3 anos de estrada, Nevilton terminou o ano de 2009 como uma das grandes revelações do rock independente nacional. Colecionou muitas resenhas positivas em sites, blogs, revistas online e em revistas de circulação nacional como a Rolling Stone Brasil e a Bravo!. A fama de suas apresentações contagiantes precedia a banda e se confirmava em cada show pelo Brasil - e foram muitos, de Porto Alegre (RS) à Palmas (TO) – tanto que foram eleitos o segundo melhor show nacional em 2009 no Top 7 Scream & Yell, ficando atrás só dos Móveis Coloniais de Acaju.

E chegou hora de mais um sonoro passo para Nevilton, dia 10 de Fevereiro de 2010, depois de quase 3.000 cópias de seu “Pacotão de Demos”, distribuídas pelo Brasil, o trio paranaense lança seu primeiro registro fonográfico oficial, o EP Pressuposto. Nele a banda publicou cinco músicas, entre elas, duas que estarão em seu disco de estréia o “de Verdade”: Pressuposto (canção que dá nome ao EP) e Vitorioso Adormecido. O disco foi gravado no YB Studios, em São Paulo, ainda com o baterista Fernando Livoni, e será lançado em breve.

As outras três faixas do EP são: O Morno, Do Que Não Deu Certo e Singela (Canção ao Amigo). Todas elas foram gravadas em Umuarama, por eles mesmos, em seu próprio estúdio, o "Sombrero", já com o novo baterista, Eder Chapolla."


O download pode ser feito pelo Rock'n'Beats ou pelo Compacto.Rec!

E tem o Teaser, feito pelo amigão Jão Monteiro, da Pé Vermelho Produções. Tá lindão!